sábado, 14 de janeiro de 2012

... Passei a noite fazendo xixi atrás da moita.

Eu já...passei a noite fazendo xixi atrás da moita.

Um couch + um sonho = eu já!

Tinhamos acabado de chegar no nosso couvh em Zagreb, tomamos uma cervejinha, e obvio, chegou a hora do xixi.
-Filip, precisamos fazer um xixi, pode nos acompanhar?! (pois o banheiro era dentro da casa e estávamos no sótão)
-Meninas, o que acham de fazer xixi no jardin?!
-Você está falando serio?
-É que assim não atrapalha minha família!!
-Ok
E lá fomos nós, não uma  nem duas, diversas vezes, porque a cerveja não parou! Que situação hem!!

Martin - Zadar

Chegamos no fim da tarde e ele já nos esperava com o quarto arrumado! Fofo! 
Nos ajudou a ver os horários de Ferrys, ônibus, mapas, fotos das cidades e a fechar nosso roteiro se colocando em algumas partes dele, como: nos levar ao pub, conseguir uma vaga de carro na cidade, ir no hospital, levar na rodoviária e no aeroporto, preparar um Cevat e uma noite de filmes a lá Tarantino que não negamos nunca com direito a jantar e sobremesa! Ou seja, sem palavras.
   

Se tivéssemos que escolher uma palavra para ele seria: solicito

Filip - Zagreb

Parecia um sonho: "-big double-area basement in a family house, has separate entrance so surfers are alone and have complete privacy. has water, some heating, gas cooker, music stereo and wireless internet connection! floor covered with rugs, big table for cooking/eating. the place is more like a squat than a hotel, it's not made for living so don't expect everything to be nice and clean.
-no toilet so surfers can use toilet in house anytime (shower also), or just take a piss on the grass outside :)
-three couches and plenty of floor space, blankets and everything. Sleeping in a sleeping bag on the carpet is also an option in case of a big number of surfers.
-I go to bed late every night and I party a lot so I am, in most cases, available for anything, depends on college, my mood and especially you", e era.

Acordamos e caímos na realidade, a mini cozinha era um fogãozinho de campin, com uma chama só e a pia era de lavar roupa! O sótão não tinha calefação e os cobertores certamente era insuficiente, passamos a noite mais fria da viagem lá!! E o livre acesso ao banheiro na parte de cima da casa....tsic tsic tsic... piada!

Após as 18h tínhamos que usar o matinho no quintal. Mas apesar de tudo lidamos com a situação da melhor maneira possível, ou seja, rindo muito! E pensar que já nos queixamos de atravessar um corredor!!!


Mas sobre ele... nos deixou muito a vontade, conversamos bastante, nos levou para um pub, isso sempre com um amigo que se não nos enganamo o nome era Mat. Sua diversão era, fumar, beber, jogar Playstation e dardos, os dois ainda estudavam e não trabalhavam. E seu dilema do momento era como terminar com sua namorada, então imagina quanto tempo passamos falando sobre isso!

Se tivéssemos que escolher uma palavra para ele seria: melancolia.

Degustações na Croácia

- Cevat - um "bolinho" de carne no formato de um croquete, que é uma mistura de carne de vaca e porco... pode ser 50% de cada ou 30/70%... O lance é o tempero, claro, e ele pode ser frito ou ir na churrasqueira. Nosso CS fez na churrasqueira para nós um com um temperinho especial dele e é mesmo uma DELÍCIA!
Soubemos que existe isso por toda essa região, então teremos que fazer um testing por aqui... hehe

Roteiro CROÁCIA

CROÁCIA (5 dias)

Zagreb (2 dias)

Chegamos em Zagreb por volta dás 20h e tínhamos que ir para a casa do nosso CS, que ficava há uns 20 minutos da cidade, e como era feriado (dia de Reis), os horários dos ônibus ainda eram limitados, por isso tivemos que esperar até umas 22h... E lógico, encontramos logo algo para nos entreter... hehe


OS. Não se esqueça que aqui não é mais euro, e sim Kunas, e hoje a cotação é de 7,5Kunas para 1 Euro.
Bom, no dia seguinte fomos pegar o carro no aeroporto, que fica um pouco distante da cidade também, portanto levamos cerca de 1h30.


Du


Resolvemos pegar carro porque queríamos conhecer algumas cidades, Parques Nacionais, praias pela costa e etc e, acreditem, a estrutura para isso na Croácia não é muito avantajada... rs... além de que o custo de tudo por aqui também é bem menos (pagamos €96 por 4 dias e gastamos meio tanque de disel, que deu cerca de €42).

Bom, não há nada especial em Zagreb, e não vamos colocar aqui os nomes dos lugares que passamos pelo centro pois passaríamos horas soletrando e ninguém entenderia de qualquer forma... Por isso, resumiremos à Catedral principal, o centro que vale uma voltinha para sentir o clima da cidade, uma coisa interessante: eles fizeram o sistema solar pela cidade, exatamente, em outra escala, logicamente, eles distribuíram pela cidade a distância entre os planetas a partir do sol, que fica logo ali no centro também... mas não iluda-se, os planetas são pequenas plaquinhas pela cidade, sendo um ou outro um pouco maior e chamativo. O sol mesmo é uma enorme bola dourada no meio de uma praça, mas nem um pouco cuidado, todo pichado...
Ah, achamos por acaso um Museu super interessante, o Broken Relationship Museum, onde diversas pessoas mandam alguns pertences com suas histórias loucas de finais de relacionamentos... Nunca imaginei isso e adorei a idéia! hehe Ficamos horas lá... Até vestido e album de casamento tinha, só para entenderem!

Não é muito fácil estacionar o carro no centro e sempre pago, por isso o melhor mesmo é ira andando... 

Não conte mais de um dia para conhecer a capital! Dedique-se mesmo à costa e as Ilhas!


Zadar (3 dias)
Passamos o dia viajando... uma estrada super gostosa, bonita, bem cuidada e muito bem controlada com muitos radares e policiamento. Achamos até um "Museu" ao ar livre de uns canhões de guerra, parte de um avião dentro de umas ruínas... É, achamos é "boa", mas foi o que aconteceu... 

No caminho paramos no Parque Nacional Plitvicka Jezera. Um passeio de 2 horas no mínimo! Lindas cascatas e paisagens pelo parque, e isso porque vimos apenas metade, pois eles fecham uma parte por conta do tempo. 

Por sorte não tinha nevado e conseguimos ver bastante até...

De lá,direto para Zadar. Tudo correu tranquilamente.

Resolvemos dividir nossos dias com um dia para a cidade e algumas ali por perto e no outro dia fomos para Dugi Otok, uma ilha ali perto. Queríamos ir para Hvar, mas teríamos que ir para Split, que é há 3 horas de Zadar e então pegar um Ferry... ou seja, valeria se fossemos passar pelo menos uma noite lá, e não era o caso. Fora que os horários dos ferries em baixa temporada são super limitados, portanto, atentem-se a esse detalhe.

No primeiro dia então fomos bem cedo para as cidades ali perto: Nin, Vir, Virsi. Lindas paisagens mas nada para fazer, só passar mesmo... Depois voltamos e andamos pelo centro de Zadar. O ideal é pegar um mapa, escolher os pontos que quer passar e ir... honestamente, levamos menos de 1 hora para vermos TODO o centro...rs... Para finalizar fomos para a Ponta ver o pôr-do-sol e o famoso “sea sound”, uma espécie de órgão tocado pelas ondas do mar... SENSACIONAL e sem dúvida o ponto auge de Zadar.


 No dia seguinte fomos para Dugi Otok de ferry, com o carro (passagem para nós 3: eu, Vane e o carro 196 Kunas = €26), que leva cerca de 1h20, mas tem apenas 3 horários por dia.
A ilha é linda, mas muito pequena e com pouca infra-estrutura. Atravessamos ela de ponta a ponta em 4 horas, sendo que paramos diversas vezes para fotos. Praia mesmo como as nossas, não há. Voltamos apreciando outro belíssimo pôr-do-sol, que aliás, depois fiquei sabendo que é considerado o terceiro mais bonito do mundo perdendo apenas para Israel e Japão (foi o que me disseram...hehe).

DICA: Conheci a Nera no ferry que tem tipo uma "acomodação" nessa ilha que me pareceu interessante, além de ela ser bem simpátia e comunicativa, então eis o contato: nera.franceskini@zd.t-com.hr

O terceiro dia foi praticamente de viagem (passagem para Bosnia apenas saindo de Split, portanto a passagem para lá foi 95 Kunas + para Sarajevo 190 kunas = 285 Kunas = €38).

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Roteiro BUDAPESTE

HUNGRIA

Budapeste (4 dias – 2 viagem)

Por incrível que pareça, foi o melhor ônibus que pegamos e mais barato! Tinha até wi-fi!!!

Bom, depois de uma viagem tranqüila, chegamos ao Hostel The Groove (€9/noite), super bem localizado, com o melhor beliche EVER (simples e criativo) e o staff muito simpático e solícito, com clima de casa, sabe...
Bom, nosso dia começaria mesmo amanhã, então ficamos curtindo mesmo o lugar (que até mesanino com “cinema” tem) e colocando as coisas em dia...

PRIMEIRO DIA

Ah, importante, ficamos na parte de Peste, lado esquerdo do Danúbio, centro mais comercial. Buda é mais residencial.
A cidade se faz a pé... mas se preferir, tem o trem que atravessa ela de ponta a ponta além do metrô.
Bom, como fizemos separadas, eis duas opções de Roteiro:

MARINA

Catedral
PRIMEIRO DIA – Como estamos perto da Estação de trem, comecei por essa parte, digo a parte Peste. Fui caminhando pela “Kórut Terez” até a “Andrassy”, onde passei pela House of Terror, mas não entrei... Confesso que não me animei mesmo. Fui então para a Opera House, que vale uma passada pela arquitetura da Fachada, chegando até a Basílica San Estevan, que além de linda por fora, é melhor ainda dentro.
De lá fui até a Synagogue, que é a maior da Europa, e sinceramente, um show a parte por dentro. Lá tem também um pequeno Museu Judaico e o “Memorial Garden”, um Jardim onde tem 24 jazigos onde se encontram 2281 corpos enterrados. Em torno dos jazigos há placas com os nomes dos mortos, até mesmo de judeus que não foram enterrados (ao menos ali), mas que colocaram para homenageá-los.
Segui a “Károly Krt.(que significa Avenida em Hungaro, bom saber...)” até o Great Market Hall, um mercadão beeem simplificado... hehe
Sinagoga - a maior da Europa!
Atravessei a Ponte “Szabadsag hid” Chegando na Montanha da Cidadela. Ali você encontra o Gellert Bath, uma das “Casas de Banhos” mais conhecidas daqui... A subida até o topo é quase uma escalada e deixou a da Torre Eifel e diria até mesmo a do Palácio dos Mouros no chinelo... rs Bom, mas lá tem-se uma bela vista que ajuda a recuperar o fôlego para a descida... hehe


Seeeeegui então (isso, pois até aí era 13h30 ainda) para outra montanha mais adiante, a do Hungrian National Gallery e do Buda Castle. Essa foi tranqüila, pois peguei o Funicular por (1500frt., vulgo uns 4 euros)... hehe
Lá, tem várias coisas para ver, como essa Galeria, o castelo, o Templo de Mathias, o Bastion e as ruelas em volta, pois agora estava na parte Buda e queria ver um pouco mais... (Entrei apenas no Templo, por 1000frt, vulgo 3 euros, e valeu a pena pois achei ela bem diferente nas cores das paredes e as formas dos desenhos).
Desci o Funicular, atravessei a famosa Ponte Széchenyi Lánchid, construída em 1849 apenas e foi a primeira a ligar Buda a Peste, por isso tem 2 leões em cada uma de suas pontes, representando as duas partes, e fui caminhando beirando o Danúbio até o Parlamento. Não entrei pelo horário, mas há visitas guiadas pelas salas dás 10h às 14h, porém, vale já pela arquitetura do prédio. Fantástico!
De lá fui até a ponte que já dava na nossa rua porque hora de ir pra casa, né... Mas olha, isso tudo e cheguei não era nem 17h... mas o pé latejando, viu... hoje ele ganha uma massagem!!!

SEGUNDO DIA - Como estava mais tranqüila, acordei um pouco mais tarde e fui atrás do Aquincum, umas ruínas romanas há uns 7km ao norte de Buda... Atravessei a ponte Margit Hid e nunca peguei tanto vento na vida! Fui chorando de ponta a ponta! Mas que vista do Parlamento tinha dali! Fantástica!
O caminho parecia fácil, mas não encontrei...rsrs Pedi informação, me deram mas incompleta, então desci umas 3 estações antes da que deveria realmente e andei, andei e andei mais um pouco e não achava, até que desisti... Na volta, olhando as estações para não errar, encontro o nome da estação Aquincum, umas 3 a frente da que estava... Uma pena, mas acho que deve ser bem interessante... Acabei não indo mesmo porque se não cegaria muito tarde no meu próximo evento, que para mim, era o principal.
OS. O passeio valeu para conhecer um pouco mais o lado de Buda. A cidade é bem pobre, não suja, mas pobre e percebe-se isso já pelas pessoas que ali circulam, as pontes, estações, pontes e paredes pichadas. Prédios tipo “CNHs” um atrás do outro. Tudo cinza, meio triste.

Bom, acabei indo almoçar no Hostel, pois era mesmo caminho para o próximo lugar: City Hall. Uma parte a nordeste de Peste onde está a Praça dos Heroes (Heroes´ square) e os belíssimos “Museum of Fine Arts”, “Art Hall” e o Vajdahunyard Castle (lindíssimo). Vale uma boa parada por ali para apreciar a arquitetura dos prédios...
Mais adiante, meu destino final e, ao meu ver, a cereja do bolo: Széchenyi Bath. A maior e mais famosa casa com as “piscinas romanas”. Um lugar realmente grande, com piscinas aquecidas, uma seguida da outra, com diferentes temperaturas, inclusive de saúdas e duchas... Pessoas de diferentes idades, nacionalidades e etnias juntas com suas roupas de banho (alguns até de toquinha) relaxando ou se exercitando nas piscinas... Muito louco.
Mas a minha favorita foi a piscina externa. Estava quase escurecendo (sim, umas 16h da tarde), uns 6°, e meio garoando, e nós lá na parte de fora, numa piscina que saia vapor ao ponto de nem nos vermos algumas vezes, com umas cascatinhas para relaxar as costas... fiquei um bom tempo lá só observando e relaxando... foi revigorante.
Depois entrei numa saúda de 50-60°C... ela é para dar um choque mesmo pois ninguém agüenta mais que minutos lá... devo ter ficado um pouco mais que um minuto, pois sai assim que comecei a sentir meu piercing queimar na minha orelha...kkkk
Bom, esse foi Budapest. Surpreendente na sua simplicidade e tradição.    


VANESSA

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Roteiro AUSTRIA

AUSTRIA

SALZSBURG (2 dias, 3 noites)

Já dIscorremos demais sobre nossa vinda para Salzburg de ônibus, então vamos direto ao ponto...
Chegamos depois do último ônibus (ainda pra ajudar), por isso fomos de taxi para o Hostel, que não chegou a completar €10. Ficamos no Meninger City Center Hostel, por €20/noite, mas isso porque era final de ano, pois normalmente é mais baratinho... O Hostel é muito bom: limpo, organizado, com bar, uma grande área comum com mesa de biliar e pebolim, wi-fi exceto nos quartos e uma boa cozinha. Além disso, o café-da-manhã é excelente pelo preço de €5, caso queiram... Ah! E os recepcionistas são ótimos, super solícitos e simpáticos.

PRIMEIRO DIA

O tempo estava ótimo com direito a solzinho e tudo mais, por isso fomos direto caminhar pela cidade, para isso pegamos um ônibus (€2,10) que nos deixou próximo ao centro, a beira do Rio Salzach, onde fomos até a Ponte Mozartsteg,que apesar de levar o nome de Mozart, ficou famosa com o filme “The Sound of Music” que em português é “A Noviça Rebelde”.
Aproveitando, faz-se importante colocar nesse momento que Salzburg é a cidade da família Von Trapp, da escritora Maria Von Trapp que contou sua história e depois de algumas modificações da sua versão se transformou no Musical já citado. Além dela, nasceu aqui Mozart e Bethoven passou alguns anos de sua vida.
Continuano... Ali do lado é a MozartPlatz, que tem o Salzburg Museum e um Centro de Informações Turísticas. Mais adiante, fica a DomPlatz que atravessando-a chegamos à Residenz Platz, que tem uma enorme Fonte (que no inverno além de desligá-la eles a cobrem para proteger da deterioração da neve) e o Dom, uma Catedral que passou por e importantes reconstruções, por isso na sua entrada há essas 3 datas, que simbolizam esperança, fé e caridade... Linda, dourada, com paredes em rosa e branco, e no subsolo há umas artes de luzes e desenhos de ossos e caveiras... rs... bem lúdico e nada a ver com o clima da Catedral, mas...
Seguimos então para a “Franziskanerk”, igreja Fransiscana, que na nossa humilde opinião não são nada demais comparadas às demais, e aIgreja de St. Peter, menor mas também rica em detalhes. Atrás dela há um pequeno cimitério, que atravessando você chega a entrada do Funicular que leva até o Festung Hohensalzburg, um Forte que é um dos principais pontos da cidade e o único Forte Medieval intacto da Europa Central. A subida é €10,50 ou, se preferir subir a pé, paga-se €7,50 pela entrada. Lá, há um Museu, Restaurantes, Lojas de Souvenirs e algumas ladeiras, mas vale meeeesmo pela vista que tem de toda cidade.
A cidade é bem pequena e tudo é muito perto, por isso nesse ponto era ainda 13h, isso porque visitamos tudo com calma...
Seguimos então para a casa onde Mozart nasceu e viveu até seus 17 anos, a Mozart Geburtshaus. MUITO interessante, pois eles contam sua história e de todos de sua família pelas paredes da casa, breves explicações, mas dá para ter um entendimento geral... Além de conter quadros com imagens, o piano e violino que ele tocava quando criança, vídeos e etc.
Terminamos nosso dia aí, mas se ainda quiser mais de Mozart, há também o Mozart Hohnhaus, onde ele morou depois, antes de se mudar para Vienna. Ah! E claro, o show de Marionete no Marionettentheater, que pode se informar no Centro de Informações Turísticas e até mesmo comprar as entradas (média de €18 a €45, dependendo do lugar, duração e horário).

SEGUNDO DIA

Decidimos, pela primeira vez, fazer um Tour... Optamos por um conjugado do Tour “The Sound of Music”, que passa nos principais lugares onde foram gravadas as cenas do filme, e o “Sault Miner e Bavaria Hills”, uma mina de Sal desativada que no caminho passamos pela região da Bavária.
Bom... o que dizer... é tour né... rsrsrs
O primeiro, o guia era bem melhor, o que ajuda né... Mas os locais que eles passam do filme são desinteressantes ao meu ver: o lago que não é onde fica a casa verdadeira; a casa verdadeira não podemos nos aproximar; o gazebo que fica num lugar separado de tudo e nem é local original do filme; as cenas do jardim ele não passa porque “isso você pode ir sozinho depois, a pé, pois é no centro da cidade, então damos indicações”, o mesmo o convento, que só pode ser visto de fora; pegamos então uma estrada de quase 1h (que valeu pela parada da vista da cidade) até uma cidadezinha, Mondsee, onde fica a igreja que ela se casa. Não visitamos nem o Teatro que eles cantam. ---- Isso, como devem estar se dizendo, furadinho...
Depooooois, pegamos um bus que atravessa a região da Bavaria, como disse, e essa viagem tem vistas belíssima, que teríamos aproveitado mais se o guia falasse mais clara e pausadamente, o que nos fez dormir em minutos... kkkk
A visita à Mina é bem interessante, mas honestamente, valeu mais pelos escorregas que tem lá, sim, escorregas mesmo... Ah, e o trenzinho que pegamos que nos leva para seu interior... Ou seja, podiam ter aproveitado e explorado muito mais, mas... europeus e não americanos, certo!?
Fim de dia, fim de Salzburg... Amanhã, Vienna!


VIENNA (4 DIAS)

Mas vamos considerar 3, pois o primeiro foi de viagem e dia 01/01 nada abre, nem mesmo em Vienna...rsrs

Acabamos separando o dia por área, mas se preferir pode fazer por tema como: Sissi a Imperatriz em um dia e o resto em outro...rs Ou Museus em um dia e o resto em outro...
Digo isso porque a cidade tem vários Museus, mas os mais importantes são mesmo os dos Palácios, tanto a Residência de Inverno como o de Verão, e em ambos o tema é basicamente: Sissi. Além deles tem o Quarter Museum e o de Freud. Então, vamos contar como fizemos, mesmo porque era dia 31/12 e tínhamos que voltar cedo pro Hostel, já que o encontro do pessoal do CouchSurfing que combinamos de passar a virada do estava marcado pras 18h... (também não sei de quem foi a brilhante idéia...)

SEGUNDO DIA


Compramos o ticket combinado do metro, que tem nas maquininhas, para 72 horas no valor de €13,70, só usamos o metro mesmo então não sei dizer se também vale para o tram (metro de rua) e os ônibus.
Fomos cedo direto para o Schloss Schönbruum, na estação com o mesmo nome, lá era o castelo de veraneio da imperatriz Sissi. Você pode comprar um ticket combinado para esse castelo com o complexo Hofburg (outro museu dela) por €23,50 valido por um ano. Se você preferir fazer uma visita mais curta tem uma que passa só por 20 aposentos do palácio, a completa tem 44.
Sala dos Espelhos
O palácio é lindo, na minha opinião o mais legal entre todos que já vimos, a visita tem um áudio guia e conta a historia toda da família a partir da rainha Maria Tereza, que foi quem mandou construir o palácio, até a época em que a Sissi, a imperatriz viveu por lá.
Outro ponto histórico do palácio é que Mozart tocou pela primeira vez em publico, aos 6 anos de idade, na sala dos espelhos.
Como todo bom palácio imperial esse também tem seu magnífico e imenso jardim, que na primavera deve ser bem mais bonito, no fundo dele tem “portal” chamado Gloriette, e a sua direita o zoo de Vienna.
Saindo de lá fomos para a Rathauspark, praça que contem quatro importantes prédios em Vienna, o Parlament, Burgtheater, Universitat e o próprio Rathaus (casa do governo), foi lá onde algumas horas depois passamos nossa virada do ano! 

TERCEIRO DIA

Prometo que tentamos fazer alguma, não que saímos super cedo, mas fomos até o Freud Musium, mas como era o primeiro dia do ano estava tudo fechado.
A noite eu (Marina) fui em um concerto no Oper Hause. Como Vienna se tornou a cidade da música depois de Mozart e Strauss, entre outros, há uma grande variedade de concertos, musicais, operas, danças....tudo em torno da musica clássica, claro. Programa indispensável, na minha opinião. Escolhi uma ópera com músicos da famosa orquestra filarmônica de Vienna. Que é realmente emocionante, alem do fato que o próprio lugar já é um verdadeiro show.

QUARTO DIA


Fomos continuar nossa visita pela vida de Sissi, no Complexo Holburg, lá são outros três museus da família imperial. O Silberkammer, onde estão as riquesas da família, entre prataria, louças, porcelanas e jóias do imperador. O Kaiserappartments, são os ambientes onde a família real vivia e dormia. E por fim o Sissi museum, mostra objetos realcionados a vida da imperatriz.
Logo em frente a ele fica o Museumquartier, não entramos em nenhum mas vale o passeio para tirar algumas fotos.
Dali partimos para mais uma tentativa de ir no Freud Museum, dessa vez com sucesso. O mais interessante é pensar que lá foi onde ele morou, tinha seu consultório e teve seus primeiros insights. Lá tem alguns de seus trabalhos e de sua filha Anna tambem.
Do museu fomos passear mais um pouco pela Kärntner Strasse, uma das principais e mais cara rua de Vienna e depois voltamos para o hostel. 

Vienna, FINITO!